Quando neste mundo, há cerca de 25 anos atrás, a meados do Outono, quando ficava frio à medida que os dias iam passando, era aquela feira de diversões a que eu ia todas as tardes matar tempo que nunca soube apreciar. Não comia lá nada nem andava nas diversões ou sequer passava pelas tendas de mini-jogos, por isso não é como se fosse lá fazer alguma coisa. Apesar de as pessoas deixarem de vir por causa do frio que começava a torturar os narizes pingados, a mim não fazia diferença, eu continuava a ir, pelas memórias... Memorias de quando a feira abriu, eu vim sosinho logo no primeiro dia com o propósito de me perder nas fantasias que me rodeavam, até que te vi lá. Ouvi o meu nome e virei-me para sabem quem é que me estava a chamar e dei-me de caras com a tua face, e sem ter tempo de reacção, tu agarraste-me no braço e disseste-me para te seguir, eu não encontrava outras hipotses e fui arrastado da barraca de algodão doce sem ter conseguido fazer o meu pedido. Levaste-me até à tenda do tiro ao alvo e pediste-me para ganhar um peluche para te o dar, e fi-lo à segunda tentativa. Desapareceste e reapareceste num piscar de olhos, justificando que foste pedir à tua prima para guardar o peluche enquanto que mais uma vez me voltavas a agarrar pelo braço e puxavas até ao teu proximo destino. Quando paramos estavamos à frente da montanha russa e pediste-me para dar uma volta contigo para teres alguém com quem sentir a adrenalina, eu aceitei e fui contigo na minha completa calma.
Como qualquer montanha russa, eu gostei de ter andado, mas normalmente andava sosinho, mas contigo foi mais divertido e tu tinhas dito que foi a primeira vez que tinhas andado e que te assustaste bastante, mas não tiveste medo pelo facto de eu te ter acompanhado. Por fim, saímos daquela zona da feira, voltaste a agarrar-me no braço e desta vez fizeste-me ir até ao carrossel para darmos uma volta, eu fui. Disseste-me para eu ir primeiro, e assim subi para um dos cavalos e estranhamente, tu subiste para o mesmo que eu, mas virada para mim. Assim que subiste, o carrossel entrou em andamento, tudo o que conseguia ouvir não era as gargalhadas das crianças que se divertiam ou o barulho das maquinas em movimento, mas sim a tipica musica classica de carrossel; tudo o que conseguia ver era a tua cara sorridente e feliz; tudo o que conseguia sentir era os teus braços a envolverem-me, o momento foi perfeito e unico, o teu abraço aconchegador encheu-me de sentimentos que conduziam à felicidade e conduziste-me palavras que eu nunca esquecerei, mencionando ainda uma promessa de que nunca mais voltarias a apertar os meus braços com tanta força como em momentos anteriores...
E assim fica a rasão pelo qual eu continuo a vir a esta feira todos os dias desde então, para que todos os dias recorde aquele sonho que parecia ser, a volta naquele carrossel dos sonhos felizes...
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Espelho do sentimento
ATENÇÂO: a pedido de um amigo meu, que quiz ser anónimo em relaçãoa isto, coloquei este texto o qual ele escreveu há uns poucos anos e recentemente me pediu para colocar no blog... vamos chama-lo de Miguel carvalho! (Migas caralho! :D xD)
por isso... toca a ler e dizer sobre forma de comentário algo sobre este texto escrito pelo anónimo Migas Caralho! :D (e não, o nome dele não é Miguel carvalho xD)
Tentei descrever todas as maneiras de sentir o que sinto, mas as palavras eram tão vagas e melancólicas, que só sentiam o peso delas quem as sentia. Gostavam de as ler, de decifrar, mas ninguém poderia decifrar, julgar ou saber o que sente a pessoa de quem as escreve... mas mesmo assim todos as sentem, mesmo recusando-as, todos as sentem! Todos as ignoram... pobre aqueles que não o fazem pois eu sei como eles sofrem! Eu sofro com eles... pensei porque eu teria de viver assim, desta maneira, tão ousada e encoberta de adornos, como de uma obra de arte se tratasse, mas era a fantasia que eu outrora houvera criado, era o destino, o fardo que a mim mesmo incumbira, gostava de sentir a dor que nunca, por momentos, me abandonara! Tanto desejei e desejo de por vezes a fazer parar, mas nem mesmo a morte me iria a tirar! Apenas a minha dor, em mim, se iria alastrar.
Morro com o fardo que nunca quis dar, mas mesmo assim que o irão receber... a tristeza em mim se veio apoderando, alastrando, e eu, recebia de braços abertos, com a esperança de talvez o meu amor a confortasse e o consumisse,... Mas o que dai surgiu, foi uma maior fome, que não consumiu apenas o meu amor, que a abraçou, mas também aquele que o seu amor deu... veio tendo a conter mais fome, mais e mais... desaparecia...
O doce amargo sabor da vida, os momentos tão espontâneos que se deterioram com os segundos, como se tratasse numa questão de... era a vida que eu sempre quis, foi a vida que eu sempre criei. Serei eu Deus?! Não! Um doido? talvez...
Corre nas veias de um rei, a amargura e a rigidez, que o torna um dos seus mais fiéis súbditos...
Correu nelas a esperança, a luta, por apenas... segundos... desapareceu...
Então olhei no espelho, e vi, com olhos de um cego, aquilo que me rodeava... pensei que se os voltasse a fechar sentiria e compreenderia melhor, mas no momento que os fechei apenas... ousadas palavras criadas por alguém que lhe dera sinónimos...
Esta era a minha dor, o meu fardo... agora o teu! Tu sentes, todos nos sentimos, não negues, apenas aceita, não compreendas! Não penses! Apenas sente.
Sente, sê humana... não uma máquina ou uma imagem.
por isso... toca a ler e dizer sobre forma de comentário algo sobre este texto escrito pelo anónimo Migas Caralho! :D (e não, o nome dele não é Miguel carvalho xD)
Tentei descrever todas as maneiras de sentir o que sinto, mas as palavras eram tão vagas e melancólicas, que só sentiam o peso delas quem as sentia. Gostavam de as ler, de decifrar, mas ninguém poderia decifrar, julgar ou saber o que sente a pessoa de quem as escreve... mas mesmo assim todos as sentem, mesmo recusando-as, todos as sentem! Todos as ignoram... pobre aqueles que não o fazem pois eu sei como eles sofrem! Eu sofro com eles... pensei porque eu teria de viver assim, desta maneira, tão ousada e encoberta de adornos, como de uma obra de arte se tratasse, mas era a fantasia que eu outrora houvera criado, era o destino, o fardo que a mim mesmo incumbira, gostava de sentir a dor que nunca, por momentos, me abandonara! Tanto desejei e desejo de por vezes a fazer parar, mas nem mesmo a morte me iria a tirar! Apenas a minha dor, em mim, se iria alastrar.
Morro com o fardo que nunca quis dar, mas mesmo assim que o irão receber... a tristeza em mim se veio apoderando, alastrando, e eu, recebia de braços abertos, com a esperança de talvez o meu amor a confortasse e o consumisse,... Mas o que dai surgiu, foi uma maior fome, que não consumiu apenas o meu amor, que a abraçou, mas também aquele que o seu amor deu... veio tendo a conter mais fome, mais e mais... desaparecia...
O doce amargo sabor da vida, os momentos tão espontâneos que se deterioram com os segundos, como se tratasse numa questão de... era a vida que eu sempre quis, foi a vida que eu sempre criei. Serei eu Deus?! Não! Um doido? talvez...
Corre nas veias de um rei, a amargura e a rigidez, que o torna um dos seus mais fiéis súbditos...
Correu nelas a esperança, a luta, por apenas... segundos... desapareceu...
Então olhei no espelho, e vi, com olhos de um cego, aquilo que me rodeava... pensei que se os voltasse a fechar sentiria e compreenderia melhor, mas no momento que os fechei apenas... ousadas palavras criadas por alguém que lhe dera sinónimos...
Esta era a minha dor, o meu fardo... agora o teu! Tu sentes, todos nos sentimos, não negues, apenas aceita, não compreendas! Não penses! Apenas sente.
Sente, sê humana... não uma máquina ou uma imagem.
Sonhador
E quando aquela mão estendida me apareceu perante a minha cabeça rebaixada de tanto desespero que, eu me apercebi de que a situação iria mudar, mas nunca tinha pensado que chegaria a este ponto.
Quem iria pensar que a mão que me apoiou e me pediu apoio seria a mão da pessoa que causaria a mudança do mundo que conhecíamos antigamente? Mas a que custo?
Durante temperadas que servi essa mão como agradecimento por me ter feito "renascer", e durante temporadas nunca tinha pensado que, por radicalidade, a pessoa a quem pertencia essa mão sacrificaria a sua própria vida só para poder dizer a todas as almas humanas que as esperanças de todas as vidas neste planeta seriam inúteis. Enquanto tal sinal passara, apercebi-me de que milhões de pessoas desistiriam de viver, e só alguns punhados de pessoas que escaparam a tal desistência, estão agora a viver no completo desespero e agonia.
Eu não, sobrevivi mas não me sinto desesperado... Devo então admitir que graças à mão que me ajudou a levantar e ao seu sacrifício, que agora sou eu quem domina o mundo, assim como ele quis, eu agora devo liderar e ajudar todas as almas penada que por aí ainda circulam, tal como ele a mim me ajudou em tempos e me convenceu a seguir o seu legado e transmiti-lo à próxima geração, para que no final não se tenha de dizer que acabou, mas sim que mudou, para uma nova esperança e um novo futuro que agora facilmente iremos enfrentar.
Dedicado ao meu mano ^.^
Quem iria pensar que a mão que me apoiou e me pediu apoio seria a mão da pessoa que causaria a mudança do mundo que conhecíamos antigamente? Mas a que custo?
Durante temperadas que servi essa mão como agradecimento por me ter feito "renascer", e durante temporadas nunca tinha pensado que, por radicalidade, a pessoa a quem pertencia essa mão sacrificaria a sua própria vida só para poder dizer a todas as almas humanas que as esperanças de todas as vidas neste planeta seriam inúteis. Enquanto tal sinal passara, apercebi-me de que milhões de pessoas desistiriam de viver, e só alguns punhados de pessoas que escaparam a tal desistência, estão agora a viver no completo desespero e agonia.
Eu não, sobrevivi mas não me sinto desesperado... Devo então admitir que graças à mão que me ajudou a levantar e ao seu sacrifício, que agora sou eu quem domina o mundo, assim como ele quis, eu agora devo liderar e ajudar todas as almas penada que por aí ainda circulam, tal como ele a mim me ajudou em tempos e me convenceu a seguir o seu legado e transmiti-lo à próxima geração, para que no final não se tenha de dizer que acabou, mas sim que mudou, para uma nova esperança e um novo futuro que agora facilmente iremos enfrentar.
Dedicado ao meu mano ^.^
Espelho
Ao desviar o meu olhar para certo objecto, nele vejo o meu reflexo, contrariamente igual a mim, para apenas reparar que ao olhar para os meus próprios olhos não me mostra o meu interior ou a minha realidade, apenas escuridão.
Como poderia a janela para a minha alma apenas mostrar escuridão? Serei eu assim tão obscuro? Não existirá uma pequena fonte de luz?... Arrepio-me sempre que me olho no espelho. De tantas cores no mundo, cores vivas e fortes, e em mim só vejo escuridão. Duvidoso é este facto que me manipula e degrada, só consigo pensar na escuridão dentro de mim...
Como posso reagir perante quem me olha nos olhos e só vê escuridão? Tentarei explicar que é uma falsa imagem? manter-me-ei calado em relação ao assunto?... Fujo sempre que encontro escapatória para não sair da situação atormentado com o que poderia dizer ou fazer. Tento esconder a minha cara como se ela fosse uma aberração e mostrasse facetas horrendas, não aguentando com a pressão...
Como posso eu esconder a cor negra e negativa que estes olhos meus demonstram? Deverei usar lentes coloridas? Cegar-me-ia ao retirar os meus próprios olhos, impedindo-me para sempre de ver a realidade à minha frente?... E mesmo que a realidade seja cruel e triste, tenho de a ver para a poder enfrentar. E não posso simplesmente retirar uma parte de mim que está comigo desde que nasci...
E nunca poderei alterar isto, esta escuridão que existe em mim, esta feia escuridão que desespera, desespera para se revelar por maus termos, este espelho que é tudo o que eu nunca quiz ser.
Como poderia a janela para a minha alma apenas mostrar escuridão? Serei eu assim tão obscuro? Não existirá uma pequena fonte de luz?... Arrepio-me sempre que me olho no espelho. De tantas cores no mundo, cores vivas e fortes, e em mim só vejo escuridão. Duvidoso é este facto que me manipula e degrada, só consigo pensar na escuridão dentro de mim...
Como posso reagir perante quem me olha nos olhos e só vê escuridão? Tentarei explicar que é uma falsa imagem? manter-me-ei calado em relação ao assunto?... Fujo sempre que encontro escapatória para não sair da situação atormentado com o que poderia dizer ou fazer. Tento esconder a minha cara como se ela fosse uma aberração e mostrasse facetas horrendas, não aguentando com a pressão...
Como posso eu esconder a cor negra e negativa que estes olhos meus demonstram? Deverei usar lentes coloridas? Cegar-me-ia ao retirar os meus próprios olhos, impedindo-me para sempre de ver a realidade à minha frente?... E mesmo que a realidade seja cruel e triste, tenho de a ver para a poder enfrentar. E não posso simplesmente retirar uma parte de mim que está comigo desde que nasci...
E nunca poderei alterar isto, esta escuridão que existe em mim, esta feia escuridão que desespera, desespera para se revelar por maus termos, este espelho que é tudo o que eu nunca quiz ser.
Sonho real
No fundo da desilusão onde reside a cruel e feia realidade, não abandona o desespero de querer fugir. Recorro à imaginação e à fantasia, que em qualquer momento me acude e surge quer necessite ou não.
Já são poucos os sorrisos felizes que se vêem na face deste planeta, e muitas dessas pessoas infelizes não recorren a um pequeno diário momento em que aconchegam as suas cabeças nas nuvens e criam os seus pequenos mundos de desejos que podiam ser realidade, pequenos mundos de imaginação irregular só para poderem sorrir abertamente aos seus redores...
Não cabe em qualquer pedaço de imaginação um poder para virar este ritmo sobrehumano o qual o tempo não perdoa e os sonhos vão desaparecendo e as imágens esquecidas. Figurando uma realidade a qual um pensamento surge como inicio é bastante dificil para qualquer pessoa.
Se bastasse uma palavra para alterar "tudo", essa palavra teria de existir, para começar, mas só poderia ser utilizada uma unica vez, porque, como qualquer vida humana que só vive uma vez, tal palavra, como muitas outras, só poderiam e deceriam ser mencionadas uma unica vez na sua existência. Mas nem na imaiinação conseguimos pensar em tais palavras, porque não são necessitadas; e na realidade em que nos apresentamos, só conseguimos usar a imaginação e fantasia para crescermos felizes, Às veses usamos para sonhar e ambicionar... mas quase nunca concretizar...
Já são poucos os sorrisos felizes que se vêem na face deste planeta, e muitas dessas pessoas infelizes não recorren a um pequeno diário momento em que aconchegam as suas cabeças nas nuvens e criam os seus pequenos mundos de desejos que podiam ser realidade, pequenos mundos de imaginação irregular só para poderem sorrir abertamente aos seus redores...
Não cabe em qualquer pedaço de imaginação um poder para virar este ritmo sobrehumano o qual o tempo não perdoa e os sonhos vão desaparecendo e as imágens esquecidas. Figurando uma realidade a qual um pensamento surge como inicio é bastante dificil para qualquer pessoa.
Se bastasse uma palavra para alterar "tudo", essa palavra teria de existir, para começar, mas só poderia ser utilizada uma unica vez, porque, como qualquer vida humana que só vive uma vez, tal palavra, como muitas outras, só poderiam e deceriam ser mencionadas uma unica vez na sua existência. Mas nem na imaiinação conseguimos pensar em tais palavras, porque não são necessitadas; e na realidade em que nos apresentamos, só conseguimos usar a imaginação e fantasia para crescermos felizes, Às veses usamos para sonhar e ambicionar... mas quase nunca concretizar...
Desilusão
Foi quando fechaste os olhos ao mundo, que realmente decidiste deixar de ver o quanto feio ele é, havendo quem diga que o fizeste por cobardia e medo de aceitar o facto, e há quem diga que foste suficientemente inteligente para tal. Escondeste permanentemente a realidade de ti mesma só para a tentares esquecer, até que desististe...
Tapaste os teus ouvidos para que mais nenhuma palavra cruel trespassasse a tua zona de pensamento, nunca mais quiseste ouvir as vozes maliciosas e as vozes que te tentariam confortar para que nenhuma vez te ferisse....
Sorrias e sorrias na tua perfeita ingenuidade sem ter mais alguma noção do que realmente se estava a passar à tua frente, desiludiste-me com tal profundeza que não me permite transmitir palavras as quais eu queria tanto que ouvisses, e as compreendesses sem me tentares ignorar, porque captar atenções nunca foi algo que eu fizesse bem, e percebo que a tua atenção nunca a vá conseguir captar tendo a consideração que jamais alguma vez consegui...
Não sabes no que pensar e perdes-te nos momentos de angustia sem auxilio; não sabes no que me dirigir e fias-te no que te rodeia, confiando cegamente no que desconheces; não sabes o que fazer e deixas-te levar pelo ambiente em que te encontras presente.
Sem qualquer rigor que sequer possa ser imaginado, tentas ignorar estes e muitos mais factos para não te deixar cair no desespero de tal desilusão tremendamente surpresa... Não sei o que esperas ouvir de mim, não sei o que quero ouvir de ti...
Tapaste os teus ouvidos para que mais nenhuma palavra cruel trespassasse a tua zona de pensamento, nunca mais quiseste ouvir as vozes maliciosas e as vozes que te tentariam confortar para que nenhuma vez te ferisse....
Sorrias e sorrias na tua perfeita ingenuidade sem ter mais alguma noção do que realmente se estava a passar à tua frente, desiludiste-me com tal profundeza que não me permite transmitir palavras as quais eu queria tanto que ouvisses, e as compreendesses sem me tentares ignorar, porque captar atenções nunca foi algo que eu fizesse bem, e percebo que a tua atenção nunca a vá conseguir captar tendo a consideração que jamais alguma vez consegui...
Não sabes no que pensar e perdes-te nos momentos de angustia sem auxilio; não sabes no que me dirigir e fias-te no que te rodeia, confiando cegamente no que desconheces; não sabes o que fazer e deixas-te levar pelo ambiente em que te encontras presente.
Sem qualquer rigor que sequer possa ser imaginado, tentas ignorar estes e muitos mais factos para não te deixar cair no desespero de tal desilusão tremendamente surpresa... Não sei o que esperas ouvir de mim, não sei o que quero ouvir de ti...
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Tretas
Não, mesmo não. Ninguém entende, ninguém percebe, ninguém compreende o horror e o desespero total deste pensamento.
Eu olho em meu redor e tudo o que vejo são sorrisos falsos, olhares que me descartam e gozam comigo.... Ninguém!
Ninguém pensa na situação, ninguém lê as restantes páginas do livro depois de olharem para a capa, ninguém pergunta e só tiram conclusões precipitadas! ninguém conhece esta solidão...
Esta angustia, este desespero, esta fúria, mais nada me tem andado a acompanhar nestes tempos que decorrem, e nisto tudo só me faz apetecer fazer com que todos os que me rodeiam sintam esta dor, esta dor desumana e imperdoável que me foi colocada sem nenhuma rasão aparente! Irrita, irrita e é irritante!
Quero libertar esta ira rampante para deixar de sofrer, dar um certo tipo de atenção, só porque me apetece, e que ninguém merece, só porque me parece ser uma forma de vingança para a sociedade, não não, não!
Não consigo permitir isto, não permito que esta solidão saia impune! Ninguém imagina a raiva de querer dizer o que de joelhos punha qualquer um e não o poder fazer, ninguém! E no espaço que eu tenho dedicado para a paz, só consigo preencher esse espaço com a enraivecida solidão que sofro sem conseguir eliminar esse aspecto...
"Vocês são os meus amigos" e no entanto sinto-me como se a minha existência para vocês fosse invisível, porque não me comunicam sequer; têem alguma ideia do que eu realmente sinto em relação a isso? É quase como se já não vos conhecesse, e já nada me interessa neste pequeno mundo que me rodeia...
Eu olho em meu redor e tudo o que vejo são sorrisos falsos, olhares que me descartam e gozam comigo.... Ninguém!
Ninguém pensa na situação, ninguém lê as restantes páginas do livro depois de olharem para a capa, ninguém pergunta e só tiram conclusões precipitadas! ninguém conhece esta solidão...
Esta angustia, este desespero, esta fúria, mais nada me tem andado a acompanhar nestes tempos que decorrem, e nisto tudo só me faz apetecer fazer com que todos os que me rodeiam sintam esta dor, esta dor desumana e imperdoável que me foi colocada sem nenhuma rasão aparente! Irrita, irrita e é irritante!
Quero libertar esta ira rampante para deixar de sofrer, dar um certo tipo de atenção, só porque me apetece, e que ninguém merece, só porque me parece ser uma forma de vingança para a sociedade, não não, não!
Não consigo permitir isto, não permito que esta solidão saia impune! Ninguém imagina a raiva de querer dizer o que de joelhos punha qualquer um e não o poder fazer, ninguém! E no espaço que eu tenho dedicado para a paz, só consigo preencher esse espaço com a enraivecida solidão que sofro sem conseguir eliminar esse aspecto...
"Vocês são os meus amigos" e no entanto sinto-me como se a minha existência para vocês fosse invisível, porque não me comunicam sequer; têem alguma ideia do que eu realmente sinto em relação a isso? É quase como se já não vos conhecesse, e já nada me interessa neste pequeno mundo que me rodeia...
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Texto
Para começar, queria pedir desculpa pela minha inactividade a quem segue o blog, por isso... PEÇO DESCULPA PELA MINHA INACTIVIDADE! agradecia que perdoassem... e o texto mais recente escrito e passado para o blog, apresento-vos: "Texto dedicado"
qualquer duvida, deixem comentário (não vale a pena perguntar a quem é dedicado, não respondo ^.^)
___________________________________________
Sonha comigo, sonha com tristeza e felicidade, sonha com sorrisos e abraços, sonha com crimes e sangue, não me interessa, desde que sonhes comigo, nem que eu faça um papel secundário, ou simplesmente para marcar presença, desde que saibas que eu estive lá, nesse teu teatro da imaginação, como espectador a ver o brilhante papel que fazes na vida, forte e corajosa, sem remorsos do que já aconteceu desde que nasceste, porque agora estás a brilhar nesse palco e no teu mundo; finalmente tornaste-te numa estrela. Brilhas tanto e iluminas o meu mundo, com um esplendor único que demonstras sempre que actuas, e nos meus sonhos eu nunca perco um momento de glória teu, eu estou lá com esperanças de que continues a sonhar alto... bem alto. para que todo o mundo veja o quanto bonita és, lá no alto da cidade estará uma estátua a homenagear a tua personalidade e os teus feitos pela vida, porque se a mim me pedissem para esculpir uma estátua com a imagem de alguém que mais me inspirou na busca pela felicidade, esculpia a tua imagem em grande escala, e colocava-a exposta num local óptimo o suficiente para que todos os dias ao acordares e olhasses pela janela e pensasses "aquela sou eu", e para que o sinal não te falhe de que tu irás longe, longe para além do mar... no mar onde deriva a solidão e a inexistência da vida humana, no mar estarei eu para assistir à tua actuação mágica, porque será no mar onde farás a melhor actuação da tua vida, porque será no mar onde a tua personagem reunirá milhares de vidas para apreciarem a tua graciosidade.
Mas depois disso tudo, terás que voltar e acabar esse magnifico sonho, sonho ao qual eu não perdi um único momento, e quando acordares, acordarei eu também e estarei pronto para te seguir e glorificar.
E tu? Estás pronta para tornar esse sonho realidade?
qualquer duvida, deixem comentário (não vale a pena perguntar a quem é dedicado, não respondo ^.^)
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Sonha comigo, sonha com tristeza e felicidade, sonha com sorrisos e abraços, sonha com crimes e sangue, não me interessa, desde que sonhes comigo, nem que eu faça um papel secundário, ou simplesmente para marcar presença, desde que saibas que eu estive lá, nesse teu teatro da imaginação, como espectador a ver o brilhante papel que fazes na vida, forte e corajosa, sem remorsos do que já aconteceu desde que nasceste, porque agora estás a brilhar nesse palco e no teu mundo; finalmente tornaste-te numa estrela. Brilhas tanto e iluminas o meu mundo, com um esplendor único que demonstras sempre que actuas, e nos meus sonhos eu nunca perco um momento de glória teu, eu estou lá com esperanças de que continues a sonhar alto... bem alto. para que todo o mundo veja o quanto bonita és, lá no alto da cidade estará uma estátua a homenagear a tua personalidade e os teus feitos pela vida, porque se a mim me pedissem para esculpir uma estátua com a imagem de alguém que mais me inspirou na busca pela felicidade, esculpia a tua imagem em grande escala, e colocava-a exposta num local óptimo o suficiente para que todos os dias ao acordares e olhasses pela janela e pensasses "aquela sou eu", e para que o sinal não te falhe de que tu irás longe, longe para além do mar... no mar onde deriva a solidão e a inexistência da vida humana, no mar estarei eu para assistir à tua actuação mágica, porque será no mar onde farás a melhor actuação da tua vida, porque será no mar onde a tua personagem reunirá milhares de vidas para apreciarem a tua graciosidade.
Mas depois disso tudo, terás que voltar e acabar esse magnifico sonho, sonho ao qual eu não perdi um único momento, e quando acordares, acordarei eu também e estarei pronto para te seguir e glorificar.
E tu? Estás pronta para tornar esse sonho realidade?
segunda-feira, 31 de maio de 2010
DreamZone
Olhares descartados nos sonhos arruinados e traídos pela confiança, agora só resta este pesadelo infernal e vergonhoso. Pesadelo o qual a amizade, amor e compaixão são ignorados e banidos, pesadelo em que as garras e os dentes da fera são mais afiados que o próprio desejo de acordar, mas a besta que persegue não perdoa, e tenta caçar o ponto mais fraco do sonhador...
A determinado ponto, a angustia torna-se tanta que fugir já deixa de ser uma opção, e morrer a tentar sobreviver se torna na única solução. Os instintos de sobrevivência já não são suficientes, são inúteis, desperdiçantes de tempo e confusos, o sonho é o mesmo, o fim desejado é que já não o é.
E assim cai uma alma indefesa e abandonada, morta durante a noite, morta pelo sonho que nunca pensara ser pesadelo... Já não vale a pena olhar para o mundo com os olhos de quem o odeia e desrespeita, porque esse mundo nunca mais será o mesmo, porque aquele pesadelo doentio o impede de ver a realidade, impede-o de acordar...
Só restará passar o resto da vida a tentar fugir nesse pesadelo, sem nunca mais conseguindo acordar e abrir os olhos para perdoa o erro que lhe foi cometido, provando assim que a estupidez humana não tem qualquer limite.
A determinado ponto, a angustia torna-se tanta que fugir já deixa de ser uma opção, e morrer a tentar sobreviver se torna na única solução. Os instintos de sobrevivência já não são suficientes, são inúteis, desperdiçantes de tempo e confusos, o sonho é o mesmo, o fim desejado é que já não o é.
E assim cai uma alma indefesa e abandonada, morta durante a noite, morta pelo sonho que nunca pensara ser pesadelo... Já não vale a pena olhar para o mundo com os olhos de quem o odeia e desrespeita, porque esse mundo nunca mais será o mesmo, porque aquele pesadelo doentio o impede de ver a realidade, impede-o de acordar...
Só restará passar o resto da vida a tentar fugir nesse pesadelo, sem nunca mais conseguindo acordar e abrir os olhos para perdoa o erro que lhe foi cometido, provando assim que a estupidez humana não tem qualquer limite.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Burning desire
Por cada noite de insónia, por cada hora perdida, por cada esperança destronada, não deixo de querer continuar, não deixo de continuar a perseguir pelas sombras enquanto tento ouvir a tua voz a chamar por mim, mas o teu chamamento, até agora, nunca me chegou aos ouvidos.
Por cada abraço mais apertado, por cada beijo mais carinhoso, por cada memória sem igual, agora parece que quebraste a tua promessa de seguir em frente, mas eu, pela primeira vez, duvido disso, duvido da tua palavra de que querias continuar sem alguma vez olhar para trás. Tu desempenhaste o teu papel como querias, fizeste "o mundo ajoelhar-se" perante a tua presença só porque assim o esperavas.
Por cada vergonha passada, por cada sorriso falso, por cada desculpa inventada, eu continuo a arder com este desejo de que tudo o que era mentira fosse agora uma realidade de pura verdade só para que consiga enganar-me, para poder viver na ignorância feliz e infantil que mal nenhum alguma vez fez.
Por cada pedido de perdão, por cada recusa da verdade, por cada segundo de dor, tudo parece mais difícil do que nunca antes presenciado ou sentido, este momento caótico não perdoa o passado sem que sacrifícios sejam feitos. Agora tudo o que resta é a amargura da tua voz e a tristeza nos teus olhos, e tudo o que existe agora é a lágrima do desespero, só porque este desejo ainda arde como antes.
Por cada gota de sangue derramada, por cada osso partido, por cada desculpa aceite, eu queria ter outra escolha, mas não tive nem podia ter, mesmo após tudo ter acontecido, não é como se alguma coisa fosse mudar, porque no final, tu deixaste-me à chuva...
Por cada abraço mais apertado, por cada beijo mais carinhoso, por cada memória sem igual, agora parece que quebraste a tua promessa de seguir em frente, mas eu, pela primeira vez, duvido disso, duvido da tua palavra de que querias continuar sem alguma vez olhar para trás. Tu desempenhaste o teu papel como querias, fizeste "o mundo ajoelhar-se" perante a tua presença só porque assim o esperavas.
Por cada vergonha passada, por cada sorriso falso, por cada desculpa inventada, eu continuo a arder com este desejo de que tudo o que era mentira fosse agora uma realidade de pura verdade só para que consiga enganar-me, para poder viver na ignorância feliz e infantil que mal nenhum alguma vez fez.
Por cada pedido de perdão, por cada recusa da verdade, por cada segundo de dor, tudo parece mais difícil do que nunca antes presenciado ou sentido, este momento caótico não perdoa o passado sem que sacrifícios sejam feitos. Agora tudo o que resta é a amargura da tua voz e a tristeza nos teus olhos, e tudo o que existe agora é a lágrima do desespero, só porque este desejo ainda arde como antes.
Por cada gota de sangue derramada, por cada osso partido, por cada desculpa aceite, eu queria ter outra escolha, mas não tive nem podia ter, mesmo após tudo ter acontecido, não é como se alguma coisa fosse mudar, porque no final, tu deixaste-me à chuva...
domingo, 10 de janeiro de 2010
Disturbio psicológico
Da originalidade e simplicidade de que surgiu o pensamento cognitivo e independente de um ser que respira oxigénio, não omito a verdade de que certos pensamentos me perturbam e que o medo do que outros pensam de mim me incomoda.
Sinto-me constantemente enjoado quando imagino o que o próximo estará a pensar de mim, e tais náuseas atingem um auge que para mim é catastrófico quando me olham nos olhos com uma certa parecência pensativa... Causa ódio, e com esse ódio vem ainda mais medo...
Ao sair da situação em que me encontraria, passaria a sentir pena de mim mesmo por ter estes pensamentos invulgares e mais tarde começo a sentir uma confiança ainda menor perante toda a sociedade, é difícil ser-se invulgar como eu e aguentar com toda esta pressão social, embora eu cause isto a mim mesmo, é invulgar.
Não consigo mudar o meu ser, por muito que tente, para deixar de sentir estas náuseas, que surgirão sempre que sentir a perturbação que é o olhar pensativo daqueles que não deviam pensar se não conhecem.
Às veses, o simples facto de saber que uma pessoa me olha nos olhos parece um sonho, uma fantasia cruel sem sentido para a sua existência. "Porque é que está a olhar para mim, porquê esta pessoa, porquê agora, e, quanto mal é que estará a pensar tão mal de mim?" é o que eu me questiono e o que sinto, que nunca ninguém, que não me conheça, pensa sempre mal de mim da primeira vez que me vê.
Eu confio cada vez menos e espero cada vez menos da pessoa a quem vou dirigir aleatoriamente a palavra, sei que essa pessoa me irá mentir.
Sinto-me constantemente enjoado quando imagino o que o próximo estará a pensar de mim, e tais náuseas atingem um auge que para mim é catastrófico quando me olham nos olhos com uma certa parecência pensativa... Causa ódio, e com esse ódio vem ainda mais medo...
Ao sair da situação em que me encontraria, passaria a sentir pena de mim mesmo por ter estes pensamentos invulgares e mais tarde começo a sentir uma confiança ainda menor perante toda a sociedade, é difícil ser-se invulgar como eu e aguentar com toda esta pressão social, embora eu cause isto a mim mesmo, é invulgar.
Não consigo mudar o meu ser, por muito que tente, para deixar de sentir estas náuseas, que surgirão sempre que sentir a perturbação que é o olhar pensativo daqueles que não deviam pensar se não conhecem.
Às veses, o simples facto de saber que uma pessoa me olha nos olhos parece um sonho, uma fantasia cruel sem sentido para a sua existência. "Porque é que está a olhar para mim, porquê esta pessoa, porquê agora, e, quanto mal é que estará a pensar tão mal de mim?" é o que eu me questiono e o que sinto, que nunca ninguém, que não me conheça, pensa sempre mal de mim da primeira vez que me vê.
Eu confio cada vez menos e espero cada vez menos da pessoa a quem vou dirigir aleatoriamente a palavra, sei que essa pessoa me irá mentir.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Iluminação
Orientado pelas estrelas que brilham com tanta força durante a noite, procuro encontrar a vista que para o meu olhar nunca foi divulgada sem motivo de alguma vez a ter tentado encontrar.
A riqueza do inverno permite-me ver água sempre que tento olhar para as estrelas para desviar imediatamente as minhas pobres esperanças de que alguma vez encontre a minha paisagem de eleição, obrigando a procurar refugio de uma constipação indesejada.
Continuo a divagar pelo caminho que me é desconhecido, ele é tenebroso e aborrecido. Sem não saber que tipo de imagem irão os meus olhos captar quando chegar ao destino incerto, a esperança de um final feliz oferece côr aos meus pensamentos que surgiam a preto e branco, esperando realmente encontrar aquele "desejo" nunca antes visto.
Nunca pedindo indicações, realmente sigo o caminho cegamente iluminado pelo que sinto, sem qualquer duvida e com a completa dedicação, tentando eliminar qualquer tipo de duvida que possa existir, este foi o caminho que iniciei, este é o caminho que deverei terminar de seguir.
Não é uma viajem triste, não é uma viagem feliz ou espirituosa, é aquele tipo de viagem que as veses tem de se fazer para dizer a nós mesmos que há sempre um objectivo a cumprir, que há um sorteio o qual a rifa tem sempre um prémio.
Há sempre um lugar a procurar, há sempre uma "aventura" a descobrir, há sempre o desejo de seguir em frente e haverá sempre o desespero de conseguir chegar lá...
Não me interessa onde estejas, não me interessa o que faças, só sei que no fim, tu és e serás sempre o melhor lugar...
A riqueza do inverno permite-me ver água sempre que tento olhar para as estrelas para desviar imediatamente as minhas pobres esperanças de que alguma vez encontre a minha paisagem de eleição, obrigando a procurar refugio de uma constipação indesejada.
Continuo a divagar pelo caminho que me é desconhecido, ele é tenebroso e aborrecido. Sem não saber que tipo de imagem irão os meus olhos captar quando chegar ao destino incerto, a esperança de um final feliz oferece côr aos meus pensamentos que surgiam a preto e branco, esperando realmente encontrar aquele "desejo" nunca antes visto.
Nunca pedindo indicações, realmente sigo o caminho cegamente iluminado pelo que sinto, sem qualquer duvida e com a completa dedicação, tentando eliminar qualquer tipo de duvida que possa existir, este foi o caminho que iniciei, este é o caminho que deverei terminar de seguir.
Não é uma viajem triste, não é uma viagem feliz ou espirituosa, é aquele tipo de viagem que as veses tem de se fazer para dizer a nós mesmos que há sempre um objectivo a cumprir, que há um sorteio o qual a rifa tem sempre um prémio.
Há sempre um lugar a procurar, há sempre uma "aventura" a descobrir, há sempre o desejo de seguir em frente e haverá sempre o desespero de conseguir chegar lá...
Não me interessa onde estejas, não me interessa o que faças, só sei que no fim, tu és e serás sempre o melhor lugar...
sábado, 14 de novembro de 2009
Soneto Perturbador
Doce pensamento de uma fúria desalmada, vais e voltas sem que consiga dar conta do evento que causaste ou do acontecimento que estás para criar.
Persegues almas fracas e mentes frágeis, afectando-as sem que te preocupes com o que será de ti e se alguma vez te conseguirão eliminar desta dimensão que nunca conseguiste proclamar. Duvidas-me, entristeces-me, confundes-me deixando-me de pulsos abertos que na minha memória para sempre ficarão, marca de ti que nunca e jamais será esquecida com o passar do tempo.
A tua melodia é suave e nítida, por verses confundida com muitas outras e nunca esquecida porque não permites ser apagada da memória dos que anseiam ser livres da tua angustia e desespero, tendo em conta que o som que libertas causa felicidade para as mentes sadisticas e maliciosas, mas também garantes que muitos gerem lágrimas e sentem dor quando a eles lhe fazes visitas casuais.
Oh soneto, és agradável mas assustador, e fazes-me questionar o porquê de quando passas por mim eu te guardo e armazeno durante tanto tempo que por vezes esqueço que ainda estás comigo, mas ainda te vais revelando em algumas vezes.
És a musica com que a voz que eu quero eliminar da minha memória mas não consigo, tento afastar-te mas arranjas sempre maneira de voltar para mim sem eu querer. Não tendo forma ou figura humana, não tens pensamentos e emoções humanas, não relembras o teu passado, não planeias o teu futuro, apenas vagueias pelo espaço que te é permitido e parecendo ilimitado, não tens vida existente que possa ser morta, não subestimas nem subjugas as palavras que a ti tentam ser dirigidas, de facto não devias de existir neste mundo...
Serás sempre aquele soneto que perturbará a minha vida e os meus sonhos, serás sempre aquele soneto, que embora agradável, odiar-te-ei e tentarei levar-te comigo para a campa, és a musica que nunca mais deverá ser ouvida
Persegues almas fracas e mentes frágeis, afectando-as sem que te preocupes com o que será de ti e se alguma vez te conseguirão eliminar desta dimensão que nunca conseguiste proclamar. Duvidas-me, entristeces-me, confundes-me deixando-me de pulsos abertos que na minha memória para sempre ficarão, marca de ti que nunca e jamais será esquecida com o passar do tempo.
A tua melodia é suave e nítida, por verses confundida com muitas outras e nunca esquecida porque não permites ser apagada da memória dos que anseiam ser livres da tua angustia e desespero, tendo em conta que o som que libertas causa felicidade para as mentes sadisticas e maliciosas, mas também garantes que muitos gerem lágrimas e sentem dor quando a eles lhe fazes visitas casuais.
Oh soneto, és agradável mas assustador, e fazes-me questionar o porquê de quando passas por mim eu te guardo e armazeno durante tanto tempo que por vezes esqueço que ainda estás comigo, mas ainda te vais revelando em algumas vezes.
És a musica com que a voz que eu quero eliminar da minha memória mas não consigo, tento afastar-te mas arranjas sempre maneira de voltar para mim sem eu querer. Não tendo forma ou figura humana, não tens pensamentos e emoções humanas, não relembras o teu passado, não planeias o teu futuro, apenas vagueias pelo espaço que te é permitido e parecendo ilimitado, não tens vida existente que possa ser morta, não subestimas nem subjugas as palavras que a ti tentam ser dirigidas, de facto não devias de existir neste mundo...
Serás sempre aquele soneto que perturbará a minha vida e os meus sonhos, serás sempre aquele soneto, que embora agradável, odiar-te-ei e tentarei levar-te comigo para a campa, és a musica que nunca mais deverá ser ouvida
sábado, 31 de outubro de 2009
Bittersweet shine
Antes de mais nada, gostaria de agradecer a aqueles que estão a ler isto e que estão dispostos a ler o texto abaixo apresentado, espero que gostem e que dêem uma opiniãozita sobre o conteúdo mencionado. Diogo Aleixo
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Com um toque posteriórico, a mente dilui o pensamento eufórico que poderá ser o ódio, a paixão, o medo, a felicidade em o arrependimento, a duvida, o medo, a ignorância ou lucidez até.
Uma emoção inquebrável, dura que nem cimento, facilmente pode sr moldada quando se é apanhado distraído e frágil. Notando e fitando uma personalidade estável, reparando que é por sua natureza mudar constantemente, durante o brilho solar ou a escuridão nocturna, modificando uma opinião oferecida, ou mantendo um sentimento que se está a tentar ver livre de.
Tristeza é o primeiro passo para o desespero, felicidade é o primeiro passo para um sorriso, ódio é o primeiro passo para a vingança crua e barbara consequente a outros acontecimentos negativos.
Nunca notoriamente celebrei um pensamento por muito diferente ou agradável que fosse sem que levasse á passagem de um evento que envolveria bastantes pessoas com o mesmo objectivo a concretizar.
Quem se ilude com uma mentira tentando acreditar que é a maior verdade que já lhe passou pela cabeça, apenas provou ser mais fraco do que aparentava ser, pois a realidade, por muita laminas que tenha e prontas a destruir o que possa ter, não deixa de ser o ponto crucial a que cada um levou a sua vida.
Não basta simplesmente olharmos uns pelos outros emocionalmente, fisicamente ou moralmente, porque também temos de gostar uns dos outros, daqueles que embora não repararemos, são os mais próximos de nós.
Celebrar, estimar e dar graça ao sorriso do próximo ou melhorar, aceitar e ajudar a angustia do outro... Qual a melhor maneira de mostrarmos o quanto humanos somos face ao desespero civil comum?
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Com um toque posteriórico, a mente dilui o pensamento eufórico que poderá ser o ódio, a paixão, o medo, a felicidade em o arrependimento, a duvida, o medo, a ignorância ou lucidez até.
Uma emoção inquebrável, dura que nem cimento, facilmente pode sr moldada quando se é apanhado distraído e frágil. Notando e fitando uma personalidade estável, reparando que é por sua natureza mudar constantemente, durante o brilho solar ou a escuridão nocturna, modificando uma opinião oferecida, ou mantendo um sentimento que se está a tentar ver livre de.
Tristeza é o primeiro passo para o desespero, felicidade é o primeiro passo para um sorriso, ódio é o primeiro passo para a vingança crua e barbara consequente a outros acontecimentos negativos.
Nunca notoriamente celebrei um pensamento por muito diferente ou agradável que fosse sem que levasse á passagem de um evento que envolveria bastantes pessoas com o mesmo objectivo a concretizar.
Quem se ilude com uma mentira tentando acreditar que é a maior verdade que já lhe passou pela cabeça, apenas provou ser mais fraco do que aparentava ser, pois a realidade, por muita laminas que tenha e prontas a destruir o que possa ter, não deixa de ser o ponto crucial a que cada um levou a sua vida.
Não basta simplesmente olharmos uns pelos outros emocionalmente, fisicamente ou moralmente, porque também temos de gostar uns dos outros, daqueles que embora não repararemos, são os mais próximos de nós.
Celebrar, estimar e dar graça ao sorriso do próximo ou melhorar, aceitar e ajudar a angustia do outro... Qual a melhor maneira de mostrarmos o quanto humanos somos face ao desespero civil comum?
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